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Donizeti Nogueira diz que a sociedade precisa continuar ocupando as ruas contra o golpe

03 - Maio - 2016
Foto: Geraldo Magela / Agência Senado
Donizeti Nogueira diz que a sociedade precisa continuar ocupando as ruas contra o golpe

Ao participar da sessão solene em homenagem ao Dia do Trabalhador, realizada nesta segunda-feira, 02, pelo Senado Federal, o senador Donizeti Nogueira (PT-TO), destacou a participação da presidenta Dilma Rousseff, no evento de 1º de Maio – Dia do Trabalho, como um fato histórico para o país, num momento de crise política, comparado com o Comício da Central do Brasil, das reformas de base de João Goulart, em 1964. Ele traçou um paralelo com antecedentes históricos, como a morte de Getúlio, a posse de Juscelino e o golpe militar de 1964, para dizer que o que está em jogo é modelo de governo e as conquistas da classe trabalhadora e de todo o conjunto da sociedade nos últimos 13 anos.

Para o senador, o que incomoda a elite é o fato do presidente Lula ter aumentado a autoestima do povo brasileiro, ampliado o exercício da cidadania, através de políticas sociais com a oportunidade para milhões de jovens brasileiros, que são filhos de vaqueiros, de empregadas domésticas, de operários, camioneiros, faxineiros, que hoje estudam na mesma universidade dos filhos dos fazendeiros, dos empresários, ou junto com a filha da patroa.

Hoje, jovens de classes sociais menos favorecidas frequentam as melhores universidades do mundo, através do Ciência sem Fronteira. Donizeti afirmou que “A cena se repete. Eles sempre retornam através de golpe, com a mesma narrativa, com o mesmo discurso, a corrupção e o comunismo, agora o bolivarianismo – que não colou”.

O senador citou as defesas feitas pelo Ministro Nelson Barbosa, a ministra Kátia Abreu e José Eduardo Cardoso, da AGU, como uma segurança jurídica de que a presidenta não cometeu crime de responsabilidade, mas alertou que é preciso que a sociedade continue ocupando as ruas, que as manifestações continuem fortalecendo a luta para barrar o golpe no senado.

Durante o evento, ele citou exemplos de estudantes, como o vice-presidente da Contag, Willian Clementino, que hoje cursam as melhores universidades através de programas como o Enem, o Prouni, Fies e Pronatec. “Nós não podemos desanimar e permitir que a Câmara imponha ao Senado esse golpe tramado por um traidor dentro do Palácio do Planalto”, concluiu ele, conclamando os trabalhadores a continuar nas ruas para impedir o golpe.

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