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Crise: é hora de mudar e voltar a crescer

Desde o fim das últimas eleições, a pauta no Brasil tem sido única: a crise.

Após um ano, não existe um veículo de comunicação, um político, uma roda de conversas entre amigos onde não se fale da tão temida crise. Como se vivêssemos em um castelo de cartas, tememos hoje que um vento mais forte sopre e nossa economia desmorone por completo.

Alguns pontos a respeito da crise econômica merecem esclarecimento. Desde 2008, as principais economias do mundo têm sofrido recessão. Enquanto o Brasil teve um déficit primário de 0,63%, o Japão teve déficit de 7,1%, os EUA, 3,2%, a Índia, 2,6%, a União Europeia, 0,8%. Ou seja, diante de uma crise severa, que atingiu as principais potências econômicas do mundo, o Brasil foi um dos menos atingidos, graças às políticas anticíclicas adotadas pelo governo brasileiro.

Mas as políticas que até o final do ano passado nos protegeram, não tem dado mais o resultado esperado. É tempo de ajuste. Ajuste que tem sido adiado a todo custo por aqueles que torcem pelo quanto pior, melhor.

A maior crise que sofremos hoje no Brasil é a crise política.

Os ataques sistemáticos com objetivo de tirar a presidenta Dilma Rousseff do cargo para o qual foi democraticamente eleita tem causado o clima de insegurança. A população, que há muito não se vê representada, teme que avanços importantes como os níveis históricos de empregos formais no país, a valorização do salário mínimo e as políticas de seguridade social retroajam.

O clima de guerra vivido na política em nada contribui para o desenvolvimento nacional. Além de impedirem a aprovação do pacote de medidas proposto pelo Governo Federal, a oposição não apresenta nenhuma proposta, nenhum caminho para a mudança.

Na contramão disso, a sociedade civil se mobiliza. Na última semana, foi lançada a publicação “Por um Brasil justo e democrático”. O documento, publicado em dois volumes, é resultado de reuniões entre economistas, cientistas políticos, urbanistas, educadores, sanitaristas, envolvidos por uma causa comum: o progresso do Brasil.

As propostas apresentadas no primeiro volume “Mudar para sair da crise: Alternativas para o Brasil voltar a crescer”, que quero destacar e que defenderei no Senado Federal são a preservação do emprego e renda, a preservação dos programas sociais, o fortalecimento dos mercados internos e a reforma tributária.

As políticas de transferência de renda dos últimos 13 anos provocaram uma reação em cadeia: com dinheiro no bolso, o brasileiro começou a comprar no mercado do bairro, que contratou funcionários para suprir a demanda e que comprou mais de seus fornecedores, e estes, por sua vez, também contrataram, e assim, sucessivamente, até o topo da cadeia produtiva, gerando os índices históricos de empregos formais. Isso gera o aumento nas receitas públicas, permitindo a continuidade dos programas sociais.

Esse ciclo não pode ser rompido. Cada 1% do PIB investido na educação gera 1,85% de crescimento. Cada 1% investido em saúde gera 1,70%. O aumento de 1% do PIB nos gastos de programas como o Bolsa Família e Previdência Social eleva a renda das famílias em 2,25% e 2,10%, respectivamente.

Com uma reforma tributária que promova justiça social, através da taxação de grandes fortunas, da taxação de distribuição de lucros e dividendos, além de medidas inibam a sonegação de impostos e a evasão de divisas, como a volta da CPMF, o Brasil superará esse período de dificuldades e continuará seu caminho de desenvolvimento, se estabelecendo como uma das economias emergentes mais bem-sucedidas do mundo.

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